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Liturgia diária
Evangelho: 5ª-feira da 33ª Semana do Tempo Comum
Santo: São Clemente I

SEXTO DIA

– O Carmelo de Três Pontas –

Acompanhamos a história de LUZ e de CRUZ que Deus realiza na vida dos santos e agora na vida da Serva de Deus Nossa Mãe.
Ainda, antes de se realizar a fundação do Carmelo de Três Pontas, o Carmelo de Santos pediu que Nossa Mãe prestasse uma ajuda junto às cinco jovens noviças que estavam em formação.
Esteve neste Carmelo por um ano e meio.
Quando, então, já estavam bem adiantados os preparativos para a nova fundação.
A cidade indicada para abrigar o novo Carmelo era a sede da Diocese, Campanha, mas, depois tudo mudou, sendo Três Pontas a cidade escolhida. Monsenhor Mesquita viu nisto a mão de Deus.
Nossa Mãe e as fundadoras deixaram o Camelo de Aparecida entre lágrimas. A imagem de Nossa Senhora do Carmo da Catedral de Campanha foi buscá-las. Passaram na Basílica para despedirem-se de Nossa Senhora e pedir-lhe a bênção para a viagem e para o novo Carmelo.
A cidade as esperava com festa. A carreata seguia para a Igreja Matriz. O carro de Nossa Senhora do Carmo ia à frente. Uma bela procissão luminosa. Tudo para a glória d’Ele.
No início as Irmãs viveram em casas emprestadas de pessoas amigas, até construir o Carmelo definitivo.
A pobreza era grande. Mas nunca faltou a confiança em Deus e a ajuda de benfeitores amigos.
Nos princípios da fundação, morre no Carmelo de Aparecida, a Madre Raimunda que pedira a Nossa Mãe para fundar o Carmelo em Três Pontas. Nossa Mãe aprendeu com essa Madre tudo da vida religiosa, os costumes e normas do Carmelo. E Nossa Mãe até este tempo, era uma religiosa, eco da alma dela, muito apegada às minúcias dos regulamentos, especialmente à clausura. Ela mesma narra o fato: “Por estes tempos, Nossa Madre Raymunda morre, no Carmelo de Aparecida. Recebendo a notícia de sua partida para o céu, fui fazer uma Via Sacra por sua alma. Na 3ª. ou 4ª. estação, uma palavra interior de meu Jesus, mudou-me completamente. Jesus disse: “Não se apegue a regulamentos. Só o Amor é que vale”. Foi esta palavra d’Ele, palavra que fala e faz, palavra que atinge a profundeza do ser, que começou em mim a grande obra d’Ele”.
Nossa Mãe, quando veio para fundação, não havia feito um Programa espiritual para o novo Carmelo. Até que um dia Nosso Senhor a inspirou:
“Lendo a vida de Irmã Maria de Jesus Crucificado, eu me comovi em uma de suas visões, e desejei que fosse assim o novo Carmelo.
a) Eis a visão: “Vi numa casa, crianças vestidas de branco e azul, cantando os louvores de Deus, enquanto, em volta da casa, escutavam-se blasfêmias, relâmpagos, trovões, horrores de guerra, e as crianças não deixavam de cantar Laudate Dominum omnes terra.” Eu pensei: Jesus, que neste Carmelinho, vivamos assim, como crianças, na confiança e alegria de vos amar sob o manto de Nossa Senhora, mesmo que em volta de nós, a tempestade esteja rugindo.
b) Pensei também em trabalhar para despertar nos corações, a compreensão do valor do Santo Nome de Jesus.
c) Monsenhor Mesquita e Padre Virgílio pediram-nos que trabalhássemos pela causa da beatificação e canonização do Padre Vitor. Assim fizemos, e fazemos.
d) Eu pedi ainda a Jesus, “que as pessoas, que visitarem, ou freqüentarem nosso Carmelo, sintam como o jugo d’Ele é suave e seu peso é leve.
As lutas para a construção do novo Carmelo duraram até 1969.
Nossas primeiras Irmãs foram heróicas. Durante esse período de grandes sofrimentos, dívidas e empréstimos, nunca perderam a confiança em Deus. Ele cuidava do que era seu.

Repetir durante o dia:

Alma santíssima de meu Jesus, eu me uno a Vós.
(Nossa Mãe)

Para refletir:

Tenho perseverança na missão que Deus me confiou?
Peço humildemente a Deus o dom da fé?

Oração final para todos os dias
Hino da Serva de Deus (refrão e 6ª estrofe)