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Liturgia diária
Evangelho: 3ª-feira da 24ª Semana do Tempo Comum
Santo: São Januário

Cura definitiva

No dia 7 de outubro de 2012, às 13h30min, saíram para a cachoeira de Boa Esperança, Lívia Vilela Dalia Mesquita, seu irmão André Vilela Dalia Mesquita e seus amigos. Ficaram na cachoeira até à tarde, por volta das 17h. Estavam voltando, ela e mais quatro amigos estavam na carroceria da caminhonete e seu irmão André dirigindo, quando em segundos ela caiu, batendo a cabeça no chão e rolando na terra, desmaiando em seguida e vomitando muito sangue.

Todos a pegaram trouxeram para o Pronto Socorro de Boa Esperança onde teve seus primeiros socorros.

A princípio os médicos acharam que não era nada, e transferiram para Três Corações só para fazer uma Tomografia.

Saímos à noite. Chegamos em Três Corações às 23horas e fomos recebidos por Dr. Dionízio, que estava à sua espera.

Examinando, ele falou que o caso era grave e ia fazer a tomografia no dia seguinte de manhã. Ela passou muito mal à noite.

Amanheceu e a levaram para fazer a tomografia. Saindo o resultado, Dr. Dionízio chegou perto de mim e disse: O caso é muito grave e é cirúrgico, e é agora. Ela tem um coágulo debaixo do cérebro. O mundo para mim desabou, queria morrer.

Ela foi para a sala de cirurgia e com muita fé começamos a rezar.

A cirurgia demorou umas três horas

O caso era tão grave que os médicos não sabiam por onde começar. No fim da cirurgia, Dr. Dionízio disse que foi um sucesso. Então a levaram para o CTI onde era previsto ela ficar por 24 hora, isso no dia 8-10-2012. Só que o caso dela foi complicando, e ela não reagia a medicação.

Na hora da visita ao CTI os médicos e enfermeiras falavam que era muito grave e que tinha que ter fé.

Na terça, dia 9.10.2012 e 10.10.2012, foram os piores dias de desespero, angústia e tudo mais. Ela estava muito mal. Dr. Emerson, médico de plantão naquele dia, disse ao pai: vocês podem esperar o pior, o que tinha que ser feito está feito, ela está nas mãos de Deus.

Lívia não tinha um sinal vital, só aparelhos. Rezamos, rezamos e rezamos, muita gente fazendo corrente de oração pela vida de uma moça linda e nova e cheia de vida.

Todos os médicos, enfermeiras, estavam desacreditados na recuperação de Lívia.

Mas, como tenho muita fé, comecei a pedir a Nossa Senhora Aparecida pela sua recuperação.

No dia 11.10.2012, estava do mesmo jeito, nenhum sinal bom. Uma infecção pulmonar que tomava conta de tudo.  Seus rins não funcionavam; nada de melhora.

Fui então à Igreja atrás do Padre Daniel, para que fosse rezar por ela. Chegando lá entrei na sacristia e conversando com o Padre Daniel, falei sobre a Lívia e mostrei sua foto, quando ele viu a foto, ele disse: Ah!!! A Lívia, coitadinha, ela está muito ruim, moça muito nova. Me chamou a atenção as enfermeiras, me disseram que o caso dela é muito grave e mínima a chance de vida.

Saí da Igreja arrasada e descontrolada. Rezava, rezava e rezava. Fui embora.

No dia 12.10.2012, tinha pedido pela intercessão de Nossa Senhora pela vida de minha filha, onde aconteceu o primeiro milagre.

Chegando no CTI, dia 12 de outubro, às 14h30min, os médicos estavam surpresos com a melhora repentina da Lívia. Ela estava prestes a começar a hemodiálise, quando seus rins começaram a funcionar.

Dr. Jarbas estava de plantão nesse dia. Conversando com o pai ele disse: Sua filha alcançou um milagre, está começando uma reação com os medicamentos, o caso dela é de arrepiar. Mas vamos pensar agora em sequelas, pode não andar, falar ou qualquer outra coisa.

Fiquei desesperada, dias de angústias , medo, uma moça nova, bonita, cheia de vida, terminando seu curso de Odontologia e ficar com sequelas?

Então voltei à Igreja para me confessar. Chegando lá encontrei com o Padre Robson, foi aí o segundo milagre. Conversando com ele contei a história da minha filha e a minha e ele disse: Você pode ter conseguido o milagre da vida, mas vou te entregar a Relíquia de Madre Tereza Margarida “Nossa Mãe”, para que ela conceda a cura definitiva da Lívia, coloque sobre o leito da Lívia no CTI e reze todos os dias.

Saí de lá e fui para o Hospital com o coração e a alma mais leve, confiante na melhora da Lívia, coloquei sobre ela e rezei, rezei com muita fé.

Nos dias  seguintes as melhoras eram visíveis, a cada dia ela melhorava mais.

Os médicos diziam, sua filha vai ficar boa, sua recuperação está sendo ótima, mas quanto às sequelas só a hora que ela acordar para saber. Mas Madre Tereza Margarida, “Nossa Mãe” estava lá juntinho dela.

Faço aniversário 22 de outubro, no CTI, tive uma bênção, ela sob efeito de muita medicação e sedativo, conseguiu olhar para mim e bem baixinho e com muita dificuldade mexeu os lábios e disse mãe. Aquele dia para mim foi o melhor dia do mundo, achei que ia explodir de emoção, meu coração foi a mil, ali eu sabia que ela ia ficar boa, sair sem sequelas, sobre a proteção de “Nossa Mãe”.

A cada dia ela foi melhorando.

Um dia acordava. Um dia falava. Um dia andava.

Foi um milagre o que aconteceu, sobre os olhos de médicos e enfermeiras do CTI. A enfermeira Gilsimara disse um dia: Tivemos noites difíceis com a Lívia.

A enfermeira Ana Paula disse: Vocês alcançaram uma graça muito grande, sua filha estava morta!

Dr. Dionízio disse: Ninguém imagina o estado que essa menina chegou aqui, quem te viu, quem te vê.

E o dia de mais emoção para mim, foi o presente que recebi no dia 29.10.2012. A minha filha Lívia nos meus braços de volta, linda, perfeita e com saúde.

Meu aniversário tem presente melhor na vida?

Hoje, agradeço todos os dias por Nossa Senhora e Nossa Mãe e todos os santos e anjos que intercederam pela vida da minha filha. Só agradeço e rezo muito.

Todos da minha família andam com a Relíquia da “Nossa Mãe” para que ela continue protegendo a todos nós e a quem precisar.

No dia 14.02.2013, Dr. Dionizio tirou todos os seus remédios e disse: No ponto de vista neurológico você está perfeita!!! Sua vida continua normal!!! Você está ótima.

No dia 18.02.2013, ela retornou sua faculdade de Odontologia. Graças a Deus.

Graças a Deus tudo terminou bem. Eu, Sinara, José Vicente, André e Lívia, somos uma família unida e feliz.